Hoje, o Espírito Santo de Deus tem despertado a Igreja a uma entrega total ao senhorio de Jesus e tem feito brotar um desejo mais profundo de experimentar o próprio Deus. São multidões em busca da salvação e os crentes sendo restaurados, vivendo uma nova vida em Cristo. Um dos instrumentos deste avivamento é exatamente o louvor e a adoração; e assim como a música e o canto, a dança vem expressar a sede do coração do ser humano por mais de Deus.
Do mesmo modo, o coração de Deus nos é revelado em canções e gestos que nos envolvem com Seu amor, cada vez que nos colocamos diante d'Ele em adoração.
“Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em
espírito e em verdade”. João 4:24
Trazendo à Igreja o entendimento:
• Da "restauração do tabernáculo caído de Davi" (At. 15);
• Com unção de vitória e livramento, como Miriã,
• Com restituição e restauração; como Davi;
• Dançando por causa do grande milagre, como o homem curado por Pedro e João, ao entrar no Templo;
• Rejeitando a sensualidade de Herodia (que dançou pela cabeça de
João Batista)
• E a dureza de Mical, que censurou a dança de Davi.
Dançamos com a virgem que se alegra, por que o Senhor tem transformado nossa tristeza em regozijo. Lembramos que a Igreja nasceu em Jerusalém, não em Roma. Desumanizamos, assim, o nosso entendimento, e profetizamos que onde está o Espírito de Deus, aí há liberdade.
Quando Davi trouxe a Arca do Concerto de volta, ele vinha dançando à Sua frente. Davi é um “tipo” do Messias. Como um noivo que se alegra em se encontrar com a noiva, assim a Igreja se prepara para o encontro com o seu noivo.
